A disciplina que intercepta e reorienta meu desejo, me traz à garganta gritos de socorro e guerra. O primeiro, comunica a dor de um cárcere manifesto em práticas discursivas que só se impõem para evocar poder; o segundo, esse fala de motim e liberdade existencial. A esse me encontro claramente inclinado... indisposto à docilidade e severamente persuadido ao não-moral. A dúvida recorrente é: se no circo em que fui adestrado, há espaço para improviso...